segunda-feira, 27 de junho de 2016
Temos como:
Missão –
Prestar cuidados de Saúde integral e humanizado, promovendo a participação e
autonomia dos clientes, bem como desenvolvimento pessoal e profissional de seus
funcionários melhorando o bem estar e qualidade de vida de todos.
Visão – A
finalidade impar do CMS Dr. Oswaldo Vilella, como atenção básica,
caracteriza-se por um conjunto de ações de saúde, a prevenção de agravos, o
diagnóstico, tratamento a reabilitação e a manutenção da saúde.
Valores – Possibilitar
o acesso Universal e contínuo a serviços de saúde de qualidade e resolutivos,
caracterizados como a porta de entrada preferencial do sistema de saúde com
território adscrito de forma a permitir o planejamento e a programação
descentralizada e em consonância com o princípio de equidade;
Efetivar
a integralidade em seus vários aspectos, a saber: integração de ações programáticas
e demanda espontânea; articulação das ações de promoção à saúde, prevenção de
agravos, vigilância à saúde, tratamento e reabilitação, trabalhando de forma
interdisciplinar e em equipe. Estimular e valorizar profissionais de saúde por
meio do acompanhamento constante de sua formação e capacitação.
Vários programas em saúde
vêm sido realizados na Unidade, tais como: Grupo
de Acolhimento Mamãe/bebê onde são repassadas orientações
sobre a Unidade, aleitamento materno, cuidados com RN, calendário de vacinação, registro de nascimento, Planejamento Familiar, revisão
pós-parto e outros assuntos que surgem de interesse do grupo, a partir das dúvidas
e trocas de experiências entre os participantes.
Grupo de Tabagismo, Grupo da terceira idade, de
adolescentes, entre outros projetos.
O CMS Doutor Oswaldo Vilella completou 29 anos de existência
e desde o primeiro dia cuidar de você é nosso maior presente.
sexta-feira, 24 de junho de 2016
Eu sei, eu sei... Eu sei que é
fritura, que é muito açúcar, que tem glúten e etc, etc etc... Mas gente,
bolinho de chuva, poxa. É memória afetiva. É carboidrato do amor. Não dá pra
deixar os meninos passarem a infância sem essa delícia. Só de vez em quando
assim pode =)
Ingredientes
·
1 e 3/4 xícara farinha
· 1/2 xícara açúcar
· 1/2 xícara leite
· 1 ovo
· 1 pitadinha de noz moscada
· 1 pitadinha de sal
· 1 colher chá fermento
Modo de Preparo
1. Misture todos os ingredientes em
uma tigela
2. Aqueça uma panela com óleo bem
quente
3. Pegue uma porção da massa com uma
colher de sobremesa e com cuidado empurre a massa utilizando outra colherinha
no óleo
4. Assim que os bolinhos estiverem
bem douradinhos, retire e escorra em papel toalha
5. Finalize polvilhando canela e
açúcar
Eles ficam prontos
muito rápido, por isso é bom controlar a temperatura do óleo e não fritar
muitos de uma vez só pois se não ficar de olho queima mesmo!
Já tem receita de bolinho de chuva aqui no blog
kkkkk #missãocumprida
Vimos no site: Pitadinha
Crianças criadas num ambiente multilíngue desenvolvem mais empatia, se concentram rapidamente em novas tarefas e são abertas a outras culturas. Aprender idiomas em qualquer idade também é benéfico para o cérebro.
Conhecer alguém como Katharina é de
dar inveja. Ela tem 11 anos e fala três idiomas fluentemente: espanhol, alemão
e inglês. E nunca precisou decorar vocabulário ou regras gramaticais, pois
aprendeu os idiomas desde pequena.
Para Katharina, que vive em Colônia,
na Alemanha, ter três línguas maternas não é nada de mais. "É a coisa mais
normal do mundo", diz encabulada. Ela acha até estranho que outras
crianças conversem apenas em alemão com os pais. "Eu sempre penso que
falta alguma coisa."
O pai de Katharina, Wolfgang, é
alemão, e a mãe, Marisa, nasceu na Colômbia e também cresceu num ambiente
bilíngue, falando espanhol e inglês. Quando a filha nasceu, para Marisa, que
estudou linguística, estava bem claro que a menina também deveria crescer com
dois idiomas. "Pensei que isso seria como um presente para ela",
conta.
Marisa falava espanhol com Katharina;
Wolfgang, alemão – ou seja, a típica abordagem "um idioma para cada
pai". Acontece que, naquela época, o alemão de Marisa não era tão bom
quanto hoje, e ela conversava em inglês com o marido. Nas refeições em família,
por exemplo, o casal traduzia tudo o que considerava importante para o alemão
ou o espanhol.
Marisa conta que certo dia, quando
Katharina tinha 3 anos, a família estava no supermercado e, de repente, a
menina começou a falar inglês. "Ela apontou para as coisas e disse: banana, apple, pear",
conta Marisa. Ela e o marido ficaram perplexos. Desde então, a língua da
família é o inglês.
Cérebro flexível
Crianças que crescem num ambiente
multilíngue não têm apenas a vantagem de poder se comunicar com mais pessoas.
Segundo pesquisadores, elas têm cérebros mais flexíveis que os de crianças da
mesma idade que só falam um idioma.
Crianças multilíngues desenvolvem
empatia e conseguem compreender mais cedo que as outras pessoas têm vontades,
opiniões e pontos de vista diferentes dos próprios.
Além disso, crianças que falam mais
de um idioma conseguem alternar entre diferentes atividades com mais
facilidade, afirma a linguista Claudia Maria Riehl, da Universidade Ludwig
Maximilian, de Munique.
"A explicação é que, sempre que
falam uma língua, elas precisam oprimir os demais idiomas" afirma Riehl.
Aprender várias línguas altera,
portanto, o cérebro de maneira positiva.
Qualquer pessoa que fale várias
línguas tem uma vantagem cognitiva, afirma Riehl. "O cérebro precisa
decidir constantemente com que pessoa vai falar qual língua, precisa alternar
entre os idiomas e oprimir os demais. Isso estimula o cérebro
constantemente."
Mistura de idiomas
Ao falar inglês, às vezes falta uma
palavra para Katharina. Ela só consegue pensar no termo em espanhol ou em
alemão, o qual acaba inserindo no meio da frase em inglês. Misturar idiomas é
algo normal para quem cresce num ambiente multilíngue, diz Byers-Hinlein.
"É uma estratégia muito inteligente para se comunicar, e de maneira alguma
um sinal de confusão."
No entanto, os pais devem saber que o
multilinguismo não funciona para todas as crianças. Um estudo realizado na
Bélgica aponta que um quarto de todas as crianças que cresce com duas ou mais
línguas acaba falando somente uma delas – a que usa na escola para se comunicar
com os amigos.
Para Katharina, aprender idiomas é algo fácil. Além
dos três que já domina, logo ela começará a aprender francês na escola – sua
primeira língua realmente estrangeira. Pela primeira vez, ela saberá como é ter
que decorar vocabulário e regras gramaticais.
Fonte: Deutsche Welle Brasil (DW)
Fonte: Deutsche Welle Brasil (DW)
quinta-feira, 23 de junho de 2016
Cientistas comprovam que série de
exercícios simples com a língua e a bochecha reduz e pode até eliminar o
desagradável ruído noturno – para alívio de quem dorme por perto.
Ronco só costuma ser levado a sério
quando associado a problemas graves, como a apneia, em que a pessoa para de
respirar momentaneamente durante o sono. Mas a ressonância em si pode causar
dificuldades sociais, além de ser um baita incômodo para quem dorme por perto e
de poder afetar a vida sexual do casal.
Não faltam soluções no mercado para
parar de roncar. Algumas soam miraculosas ou até bizarras. Nos casos graves,
quando o ronco ocorre todas as noites e é bem alto, só uma cirurgia pode
amenizar o problema. Mas, na maioria das pessoas, o ronco é mais leve.
Tratamento brasileiro
Pensando numa solução para quem tem a
forma leve do problema, uma equipe de pesquisadores brasileiros comprovou que
uma série de exercícios simples com a língua e a bochecha reduzem e podem até
eliminar o ruído provocado pela vibração de tecidos moles, que obstruem a
faringe ao dormir.
O que realmente funciona contra o ronco?
A técnica pode se tornar uma
recomendação padrão para quem ronca só de vez em quando: é não invasiva e fácil
de colocar em prática. O médico e pesquisador Geraldo Lorenzi Filho e a
pneumologista Vanessa Ieto conduziram uma pesquisa em que 39 pacientes foram
acompanhados por três meses.
Parte deles usou adesivos dilatadores
no nariz e fez exercícios de respiração. Os demais fizeram os movimentos
prescritos contra a ressonância durante oito minutos, três vezes ao dia. No
final, a frequência do ronco caiu 36% e o barulho, 59% para o segundo grupo.
Além deles, seus parceiros de quarto também relataram melhora na qualidade de
seu sono.
Deu curiosidade? Repita os exercícios
20 vezes.
·
Deslizar a ponta da língua contra o
céu da boca, dos dentes para trás, de boca fechada.
·
Estalar a língua e contraí-la contra
o céu da boca por cinco segundos.
·
Pressionar a língua contra o
"chão" da boca, mantendo a ponta em contato com os dentes.
·
Com auxílio de espátula (se possível
descartável), abaixar a parte da língua mais perto da garganta e manter assim
por cinco segundos.
·
Posicionar um dedo dentro da boca e
fazer pressão com a bochecha contra ele. Alternar dez repetições de cada lado.
·
Repetir a vogal A de forma
ininterrupta por dez vezes até o fôlego acabar.
Fonte: Deutsche Welle Brasil (DW)
O blog Elos da Saúde publicou uma matéria sobre programas de combate ao tabagismo da Cidade do Rio de Janeiro, em prol do Dia Mundial sem Tabaco, e incluiu as atividades feitas aqui no CMS Dr. Oswaldo Vilella.
Ficamos muito honrados! E se você quer parar de fumar ou conhece alguém que deseja deixar de fumar fale com a gente, nós podemos e queremos ajudar.
Leia a matéria na íntegra clicando aqui
Ficamos muito honrados! E se você quer parar de fumar ou conhece alguém que deseja deixar de fumar fale com a gente, nós podemos e queremos ajudar.
Leia a matéria na íntegra clicando aqui
![]() |
| Comemoração no CMS Oswaldo Villela para aqueles que estão determinado período sem fumar |
![]() |
| Dona Maria: não fuma há mais de 3 anos (CMS Oswaldo Villela) |
quarta-feira, 22 de junho de 2016
Dormir não é bom só para recuperar as energias. Também é o momento em que consolidamos nossas memórias.
É o que sugere um novo estudo realizado por cientistas das universidades McGill (Canadá) e de Berna (Suíça).
Primeiro eles instalaram um implante que permite, usando pulsos de luz, ativar ou desativar partes do cérebro de ratos de laboratório.
Depois, mostraram um objeto para os ratinhos e deixaram que eles dormissem.
Quando os ratos alcançaram o estágio mais profundo do sono (a fase REM, sigla em inglês para "movimento rápido dos olhos", momento em que os ratos -e os seres humanos- sonham), os cientistas desligaram alguns neurônios dos bichinhos.
Desativaram o hipocampo, região do cérebro que controla a formação de memórias. Em tese, isso não deveria ter efeito nenhum. Afinal, os ratos estavam "só" dormindo, certo?
No dia seguinte, os pesquisadores mostraram o objeto novamente aos ratos. E o resultado foi surpreendente: os bichinhos passaram muito tempo cheirando o objeto, como se nunca o tivessem visto. Ou seja, eles não construíram uma memória do objeto.
Os cientistas também desligaram o hipocampo dos ratinhos enquanto eles estavam acordados, ou em outras fases do sono, sem obter o mesmo efeito. Isso mostra que é mesmo a fase REM a responsável pela consolidação das memórias.
Os pesquisadores ainda não sabem como ou por que isso acontece, mas a descoberta fortalece a teoria de que os sonhos, e as situações bizarras que eles frequentemente trazem, são um efeito colateral dos processos de manutenção executados pelo cérebro durante a noite - entre os quais pode estar a consolidação das memórias mais relevantes e o apagamento das demais.
Um noite bem dormida é fundamental. Inclusive para guardar o que você vive durante o dia.
Fonte: Revista Exame
terça-feira, 21 de junho de 2016
Atenção galera, se você tem de 14 a 24 anos, mora na Cidade do Rio de Janeiro e se interessa por temas como saúde, educação, cultura, lazer e direitos humanos; essa é a sua oportunidade. Estão abertas as inscrições para o processo seletivo do Curso de Formação de Jovens Promotores de Saúde – RAP da Saúde 2016. Aqueles que forem aprovados e selecionados passam a fazer parte da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.
O jovem que integra o projeto RAP da Saúde é o elemento central da prática educativa, que participa de todas as fases dessa prática, desde a elaboração, execução até a avaliação das ações de Promoção da Saúde propostas. A idéia é que o projeto possa estimular a participação social dos jovens, contribuindo não apenas com o desenvolvimento pessoal dos adolescentes e jovens, mas com o desenvolvimento das comunidades em que os mesmos estão inseridos. Dessa forma, ser um adolescente ou jovem promotor de saúde é contribuir para que as pessoas sejam mais autônomas e comprometidas socialmente, com valores de solidariedade, respeito, saúde mais incorporados, o que contribui para uma proposta de transformação social.
Não perca tempo, inscreva-se hoje mesmo e seja um adolescente/jovem promotor de saúde da Cidade do Rio de Janeiro e contribua para a qualidade de vida da população da sua área.
Imagens relacionadas:
Fonte: Blog Elos da Saúde








