CMS Dr. Oswaldo Vilella

Rua Jomar Mendes, s/nº - Campo Grande - Rio de Janeiro - RJ | CEP: 23095-150 | ☎ Telefone: (21) 3407-2799
Funcionamento: Segunda-feira a Sexta-feira das 08h às 20h - Sábado das 08h às 12h
Diretora: Cátia Regina de Andrade | CNES 2269546 - ESF: 05 | ESB: 01

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segunda-feira, 27 de junho de 2016

CMS Dr. Oswaldo Vilella - 29 anos

O CMS Doutor Oswaldo Vilella foi inaugurado em 26 de junho de 1987, construído em argamassa com uma estrutura que teve vários problemas, gerando muita dificuldade no atendimento aos usuários. Em 31 de março de 2003 a Unidade foi reinaugurada agora em alvenaria, com dois pavimentos.

Temos como:

Missão – Prestar cuidados de Saúde integral e humanizado, promovendo a participação e autonomia dos clientes, bem como desenvolvimento pessoal e profissional de seus funcionários melhorando o bem estar e qualidade de vida de todos.

Visão – A finalidade impar do CMS Dr. Oswaldo Vilella, como atenção básica, caracteriza-se por um conjunto de ações de saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, tratamento a reabilitação e a manutenção da saúde.

Valores – Possibilitar o acesso Universal e contínuo a serviços de saúde de qualidade e resolutivos, caracterizados como a porta de entrada preferencial do sistema de saúde com território adscrito de forma a permitir o planejamento e a programação descentralizada e em consonância com o princípio de equidade;

Efetivar a integralidade em seus vários aspectos, a saber: integração de ações programáticas e demanda espontânea; articulação das ações de promoção à saúde, prevenção de agravos, vigilância à saúde, tratamento e reabilitação, trabalhando de forma interdisciplinar e em equipe. Estimular e valorizar profissionais de saúde por meio do acompanhamento constante de sua formação e capacitação.

Vários programas em saúde vêm sido realizados na Unidade, tais como: Grupo de Acolhimento Mamãe/bebê onde são repassadas orientações sobre a Unidade, aleitamento materno, cuidados com RN, calendário de vacinação, registro de nascimento, Planejamento Familiar, revisão pós-parto e outros assuntos que surgem de interesse do grupo, a partir das dúvidas e trocas de experiências entre os participantes.

Grupo de Tabagismo, Grupo da terceira idade, de adolescentes, entre outros projetos.


O CMS Doutor Oswaldo Vilella completou 29 anos de existência e desde o primeiro dia cuidar de você é nosso maior presente.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Bolinho de chuva


Eu sei, eu sei... Eu sei que é fritura, que é muito açúcar, que tem glúten e etc, etc etc... Mas gente, bolinho de chuva, poxa. É memória afetiva. É carboidrato do amor. Não dá pra deixar os meninos passarem a infância sem essa delícia. Só de vez em quando assim pode =)

Ingredientes
·      1 e 3/4 xícara farinha 
·       1/2 xícara açúcar 
·       1/2 xícara leite 
·       1 ovo 
·       1 pitadinha de noz moscada 
·       1 pitadinha de sal
·       1 colher chá fermento

Modo de Preparo
1.     Misture todos os ingredientes em uma tigela
2.    Aqueça uma panela com óleo bem quente
3.    Pegue uma porção da massa com uma colher de sobremesa e com cuidado empurre a massa utilizando outra colherinha no óleo
4.   Assim que os bolinhos estiverem bem douradinhos, retire e escorra em papel toalha
5.    Finalize polvilhando canela e açúcar

Eles ficam prontos muito rápido, por isso é bom controlar a temperatura do óleo e não fritar muitos de uma vez só pois se não ficar de olho queima mesmo! 

Já tem receita de bolinho de chuva aqui no blog kkkkk #missãocumprida

Vimos no site: Pitadinha

As vantagens de crescer falando várias línguas

Crianças criadas num ambiente multilíngue desenvolvem mais empatia, se concentram rapidamente em novas tarefas e são abertas a outras culturas. Aprender idiomas em qualquer idade também é benéfico para o cérebro.


Conhecer alguém como Katharina é de dar inveja. Ela tem 11 anos e fala três idiomas fluentemente: espanhol, alemão e inglês. E nunca precisou decorar vocabulário ou regras gramaticais, pois aprendeu os idiomas desde pequena.
Para Katharina, que vive em Colônia, na Alemanha, ter três línguas maternas não é nada de mais. "É a coisa mais normal do mundo", diz encabulada. Ela acha até estranho que outras crianças conversem apenas em alemão com os pais. "Eu sempre penso que falta alguma coisa."
O pai de Katharina, Wolfgang, é alemão, e a mãe, Marisa, nasceu na Colômbia e também cresceu num ambiente bilíngue, falando espanhol e inglês. Quando a filha nasceu, para Marisa, que estudou linguística, estava bem claro que a menina também deveria crescer com dois idiomas. "Pensei que isso seria como um presente para ela", conta.
Marisa falava espanhol com Katharina; Wolfgang, alemão – ou seja, a típica abordagem "um idioma para cada pai". Acontece que, naquela época, o alemão de Marisa não era tão bom quanto hoje, e ela conversava em inglês com o marido. Nas refeições em família, por exemplo, o casal traduzia tudo o que considerava importante para o alemão ou o espanhol.
Marisa conta que certo dia, quando Katharina tinha 3 anos, a família estava no supermercado e, de repente, a menina começou a falar inglês. "Ela apontou para as coisas e disse: bananaapplepear", conta Marisa. Ela e o marido ficaram perplexos. Desde então, a língua da família é o inglês.

Cérebro flexível

Crianças que crescem num ambiente multilíngue não têm apenas a vantagem de poder se comunicar com mais pessoas. Segundo pesquisadores, elas têm cérebros mais flexíveis que os de crianças da mesma idade que só falam um idioma.
Crianças multilíngues desenvolvem empatia e conseguem compreender mais cedo que as outras pessoas têm vontades, opiniões e pontos de vista diferentes dos próprios.
Além disso, crianças que falam mais de um idioma conseguem alternar entre diferentes atividades com mais facilidade, afirma a linguista Claudia Maria Riehl, da Universidade Ludwig Maximilian, de Munique.
"A explicação é que, sempre que falam uma língua, elas precisam oprimir os demais idiomas" afirma Riehl.
Aprender várias línguas altera, portanto, o cérebro de maneira positiva.
Qualquer pessoa que fale várias línguas tem uma vantagem cognitiva, afirma Riehl. "O cérebro precisa decidir constantemente com que pessoa vai falar qual língua, precisa alternar entre os idiomas e oprimir os demais. Isso estimula o cérebro constantemente."

Mistura de idiomas
Ao falar inglês, às vezes falta uma palavra para Katharina. Ela só consegue pensar no termo em espanhol ou em alemão, o qual acaba inserindo no meio da frase em inglês. Misturar idiomas é algo normal para quem cresce num ambiente multilíngue, diz Byers-Hinlein. "É uma estratégia muito inteligente para se comunicar, e de maneira alguma um sinal de confusão."
No entanto, os pais devem saber que o multilinguismo não funciona para todas as crianças. Um estudo realizado na Bélgica aponta que um quarto de todas as crianças que cresce com duas ou mais línguas acaba falando somente uma delas – a que usa na escola para se comunicar com os amigos.
Para Katharina, aprender idiomas é algo fácil. Além dos três que já domina, logo ela começará a aprender francês na escola – sua primeira língua realmente estrangeira. Pela primeira vez, ela saberá como é ter que decorar vocabulário e regras gramaticais.

Fonte: Deutsche Welle Brasil (DW)




quinta-feira, 23 de junho de 2016

Exercícios simples para reduzir o ronco leve

Cientistas comprovam que série de exercícios simples com a língua e a bochecha reduz e pode até eliminar o desagradável ruído noturno – para alívio de quem dorme por perto.
Ronco só costuma ser levado a sério quando associado a problemas graves, como a apneia, em que a pessoa para de respirar momentaneamente durante o sono. Mas a ressonância em si pode causar dificuldades sociais, além de ser um baita incômodo para quem dorme por perto e de poder afetar a vida sexual do casal.

Não faltam soluções no mercado para parar de roncar. Algumas soam miraculosas ou até bizarras. Nos casos graves, quando o ronco ocorre todas as noites e é bem alto, só uma cirurgia pode amenizar o problema. Mas, na maioria das pessoas, o ronco é mais leve.

Tratamento brasileiro

Pensando numa solução para quem tem a forma leve do problema, uma equipe de pesquisadores brasileiros comprovou que uma série de exercícios simples com a língua e a bochecha reduzem e podem até eliminar o ruído provocado pela vibração de tecidos moles, que obstruem a faringe ao dormir.

O que realmente funciona contra o ronco?

A técnica pode se tornar uma recomendação padrão para quem ronca só de vez em quando: é não invasiva e fácil de colocar em prática. O médico e pesquisador Geraldo Lorenzi Filho e a pneumologista Vanessa Ieto conduziram uma pesquisa em que 39 pacientes foram acompanhados por três meses.
Parte deles usou adesivos dilatadores no nariz e fez exercícios de respiração. Os demais fizeram os movimentos prescritos contra a ressonância durante oito minutos, três vezes ao dia. No final, a frequência do ronco caiu 36% e o barulho, 59% para o segundo grupo. Além deles, seus parceiros de quarto também relataram melhora na qualidade de seu sono.
Deu curiosidade? Repita os exercícios 20 vezes.
·         Deslizar a ponta da língua contra o céu da boca, dos dentes para trás, de boca fechada.
·         Estalar a língua e contraí-la contra o céu da boca por cinco segundos.
·         Pressionar a língua contra o "chão" da boca, mantendo a ponta em contato com os dentes.
·         Com auxílio de espátula (se possível descartável), abaixar a parte da língua mais perto da garganta e manter assim por cinco segundos.
·         Posicionar um dedo dentro da boca e fazer pressão com a bochecha contra ele. Alternar dez repetições de cada lado.
·         Repetir a vogal A de forma ininterrupta por dez vezes até o fôlego acabar.

CMS Dr. Oswaldo Vilella na Mídia

O blog Elos da Saúde publicou uma matéria sobre programas de combate ao tabagismo da Cidade do Rio de Janeiro, em prol do Dia Mundial sem Tabaco, e incluiu as atividades feitas aqui no CMS Dr. Oswaldo Vilella.

Ficamos muito honrados! E se você quer parar de fumar ou conhece alguém que deseja deixar de fumar fale com a gente, nós podemos e queremos ajudar

Leia a matéria na íntegra clicando aqui

            
Comemoração no CMS Oswaldo Villela
para aqueles que estão determinado período sem fumar
Dona Maria: não fuma há mais de 3 anos
 (CMS Oswaldo Villela)


quarta-feira, 22 de junho de 2016

Memórias se formam durante os sonhos, revela estudo

Dormir não é bom só para recuperar as energias. Também é o momento em que consolidamos nossas memórias.
É o que sugere um novo estudo realizado por cientistas das universidades McGill (Canadá) e de Berna (Suíça).
Primeiro eles instalaram um implante que permite, usando pulsos de luz, ativar ou desativar partes do cérebro de ratos de laboratório.
Depois, mostraram um objeto para os ratinhos e deixaram que eles dormissem.
Quando os ratos alcançaram o estágio mais profundo do sono (a fase REM, sigla em inglês para "movimento rápido dos olhos", momento em que os ratos -e os seres humanos- sonham), os cientistas desligaram alguns neurônios dos bichinhos.
Desativaram o hipocampo, região do cérebro que controla a formação de memórias. Em tese, isso não deveria ter efeito nenhum. Afinal, os ratos estavam "só" dormindo, certo?
No dia seguinte, os pesquisadores mostraram o objeto novamente aos ratos. E o resultado foi surpreendente: os bichinhos passaram muito tempo cheirando o objeto, como se nunca o tivessem visto. Ou seja, eles não construíram uma memória do objeto.
Os cientistas também desligaram o hipocampo dos ratinhos enquanto eles estavam acordados, ou em outras fases do sono, sem obter o mesmo efeito. Isso mostra que é mesmo a fase REM a responsável pela consolidação das memórias.
Os pesquisadores ainda não sabem como ou por que isso acontece, mas a descoberta fortalece a teoria de que os sonhos, e as situações bizarras que eles frequentemente trazem, são um efeito colateral dos processos de manutenção executados pelo cérebro durante a noite - entre os quais pode estar a consolidação das memórias mais relevantes e o apagamento das demais.
Um noite bem dormida é fundamental. Inclusive para guardar o que você vive durante o dia.

terça-feira, 21 de junho de 2016

PROCESSO SELETIVO RAP DA SAÚDE 2016 – INSCRIÇÕES ABERTAS

Atenção galera, se você tem de 14 a 24 anos, mora na Cidade do Rio de Janeiro e se interessa por temas como saúde, educação, cultura, lazer e direitos humanos; essa é a sua oportunidade. Estão abertas as inscrições para o processo seletivo do Curso de Formação de Jovens Promotores de Saúde – RAP da Saúde 2016. Aqueles que forem aprovados e selecionados passam a fazer parte da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.
O jovem que integra o projeto RAP da Saúde é o elemento central da prática educativa, que participa de todas as fases dessa prática, desde a elaboração, execução até a avaliação das ações de Promoção da Saúde propostas. A idéia é que o projeto possa estimular a participação social dos jovens, contribuindo não apenas com o desenvolvimento pessoal dos adolescentes e jovens, mas com o desenvolvimento das comunidades em que os mesmos estão inseridos. Dessa forma, ser um adolescente ou jovem promotor de saúde é contribuir para que as pessoas sejam mais autônomas e comprometidas socialmente, com valores de solidariedade, respeito, saúde mais incorporados, o que contribui para uma proposta de transformação social.
Não perca tempo, inscreva-se hoje mesmo e seja um adolescente/jovem promotor de saúde da Cidade do Rio de Janeiro  e contribua para a qualidade de vida da população da sua área. 

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Infográfico

05 Equipes de Saúde da Família
em nossa unidade.
1,293,607 Metros Quadrados
é o tamanho da nossa área de abrangência.
12.265 Usuários
beneficiados por nossa unidade.

Como eu Faço

Como eu Faço
Visita domiciliar, acolhimento e atividades de grupo
Vai Acontecer
Grupos e ações promovidos pela unidade que irão acontecer.
Conheça esta história
História contada por um ACS
Saúde nas Escolas
Integração com as escolas e creches locais.
Protagonismo Juvenil
Grupo de adolescentes que apóiam as ações de promoção da saúde existentes na unidade.
Integração
Saúde da Família e Vigilância em Saúde.
Integração
Ensino-Serviço-Comunidade
Academia Carioca
Processo de trabalho e os principais resultados obtidos pelos educadores físicos.

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