CMS Dr. Oswaldo Vilella

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sexta-feira, 24 de junho de 2016

As vantagens de crescer falando várias línguas

Crianças criadas num ambiente multilíngue desenvolvem mais empatia, se concentram rapidamente em novas tarefas e são abertas a outras culturas. Aprender idiomas em qualquer idade também é benéfico para o cérebro.


Conhecer alguém como Katharina é de dar inveja. Ela tem 11 anos e fala três idiomas fluentemente: espanhol, alemão e inglês. E nunca precisou decorar vocabulário ou regras gramaticais, pois aprendeu os idiomas desde pequena.
Para Katharina, que vive em Colônia, na Alemanha, ter três línguas maternas não é nada de mais. "É a coisa mais normal do mundo", diz encabulada. Ela acha até estranho que outras crianças conversem apenas em alemão com os pais. "Eu sempre penso que falta alguma coisa."
O pai de Katharina, Wolfgang, é alemão, e a mãe, Marisa, nasceu na Colômbia e também cresceu num ambiente bilíngue, falando espanhol e inglês. Quando a filha nasceu, para Marisa, que estudou linguística, estava bem claro que a menina também deveria crescer com dois idiomas. "Pensei que isso seria como um presente para ela", conta.
Marisa falava espanhol com Katharina; Wolfgang, alemão – ou seja, a típica abordagem "um idioma para cada pai". Acontece que, naquela época, o alemão de Marisa não era tão bom quanto hoje, e ela conversava em inglês com o marido. Nas refeições em família, por exemplo, o casal traduzia tudo o que considerava importante para o alemão ou o espanhol.
Marisa conta que certo dia, quando Katharina tinha 3 anos, a família estava no supermercado e, de repente, a menina começou a falar inglês. "Ela apontou para as coisas e disse: bananaapplepear", conta Marisa. Ela e o marido ficaram perplexos. Desde então, a língua da família é o inglês.

Cérebro flexível

Crianças que crescem num ambiente multilíngue não têm apenas a vantagem de poder se comunicar com mais pessoas. Segundo pesquisadores, elas têm cérebros mais flexíveis que os de crianças da mesma idade que só falam um idioma.
Crianças multilíngues desenvolvem empatia e conseguem compreender mais cedo que as outras pessoas têm vontades, opiniões e pontos de vista diferentes dos próprios.
Além disso, crianças que falam mais de um idioma conseguem alternar entre diferentes atividades com mais facilidade, afirma a linguista Claudia Maria Riehl, da Universidade Ludwig Maximilian, de Munique.
"A explicação é que, sempre que falam uma língua, elas precisam oprimir os demais idiomas" afirma Riehl.
Aprender várias línguas altera, portanto, o cérebro de maneira positiva.
Qualquer pessoa que fale várias línguas tem uma vantagem cognitiva, afirma Riehl. "O cérebro precisa decidir constantemente com que pessoa vai falar qual língua, precisa alternar entre os idiomas e oprimir os demais. Isso estimula o cérebro constantemente."

Mistura de idiomas
Ao falar inglês, às vezes falta uma palavra para Katharina. Ela só consegue pensar no termo em espanhol ou em alemão, o qual acaba inserindo no meio da frase em inglês. Misturar idiomas é algo normal para quem cresce num ambiente multilíngue, diz Byers-Hinlein. "É uma estratégia muito inteligente para se comunicar, e de maneira alguma um sinal de confusão."
No entanto, os pais devem saber que o multilinguismo não funciona para todas as crianças. Um estudo realizado na Bélgica aponta que um quarto de todas as crianças que cresce com duas ou mais línguas acaba falando somente uma delas – a que usa na escola para se comunicar com os amigos.
Para Katharina, aprender idiomas é algo fácil. Além dos três que já domina, logo ela começará a aprender francês na escola – sua primeira língua realmente estrangeira. Pela primeira vez, ela saberá como é ter que decorar vocabulário e regras gramaticais.

Fonte: Deutsche Welle Brasil (DW)




quinta-feira, 23 de junho de 2016

Exercícios simples para reduzir o ronco leve

Cientistas comprovam que série de exercícios simples com a língua e a bochecha reduz e pode até eliminar o desagradável ruído noturno – para alívio de quem dorme por perto.
Ronco só costuma ser levado a sério quando associado a problemas graves, como a apneia, em que a pessoa para de respirar momentaneamente durante o sono. Mas a ressonância em si pode causar dificuldades sociais, além de ser um baita incômodo para quem dorme por perto e de poder afetar a vida sexual do casal.

Não faltam soluções no mercado para parar de roncar. Algumas soam miraculosas ou até bizarras. Nos casos graves, quando o ronco ocorre todas as noites e é bem alto, só uma cirurgia pode amenizar o problema. Mas, na maioria das pessoas, o ronco é mais leve.

Tratamento brasileiro

Pensando numa solução para quem tem a forma leve do problema, uma equipe de pesquisadores brasileiros comprovou que uma série de exercícios simples com a língua e a bochecha reduzem e podem até eliminar o ruído provocado pela vibração de tecidos moles, que obstruem a faringe ao dormir.

O que realmente funciona contra o ronco?

A técnica pode se tornar uma recomendação padrão para quem ronca só de vez em quando: é não invasiva e fácil de colocar em prática. O médico e pesquisador Geraldo Lorenzi Filho e a pneumologista Vanessa Ieto conduziram uma pesquisa em que 39 pacientes foram acompanhados por três meses.
Parte deles usou adesivos dilatadores no nariz e fez exercícios de respiração. Os demais fizeram os movimentos prescritos contra a ressonância durante oito minutos, três vezes ao dia. No final, a frequência do ronco caiu 36% e o barulho, 59% para o segundo grupo. Além deles, seus parceiros de quarto também relataram melhora na qualidade de seu sono.
Deu curiosidade? Repita os exercícios 20 vezes.
·         Deslizar a ponta da língua contra o céu da boca, dos dentes para trás, de boca fechada.
·         Estalar a língua e contraí-la contra o céu da boca por cinco segundos.
·         Pressionar a língua contra o "chão" da boca, mantendo a ponta em contato com os dentes.
·         Com auxílio de espátula (se possível descartável), abaixar a parte da língua mais perto da garganta e manter assim por cinco segundos.
·         Posicionar um dedo dentro da boca e fazer pressão com a bochecha contra ele. Alternar dez repetições de cada lado.
·         Repetir a vogal A de forma ininterrupta por dez vezes até o fôlego acabar.

CMS Dr. Oswaldo Vilella na Mídia

O blog Elos da Saúde publicou uma matéria sobre programas de combate ao tabagismo da Cidade do Rio de Janeiro, em prol do Dia Mundial sem Tabaco, e incluiu as atividades feitas aqui no CMS Dr. Oswaldo Vilella.

Ficamos muito honrados! E se você quer parar de fumar ou conhece alguém que deseja deixar de fumar fale com a gente, nós podemos e queremos ajudar

Leia a matéria na íntegra clicando aqui

            
Comemoração no CMS Oswaldo Villela
para aqueles que estão determinado período sem fumar
Dona Maria: não fuma há mais de 3 anos
 (CMS Oswaldo Villela)


quarta-feira, 22 de junho de 2016

Memórias se formam durante os sonhos, revela estudo

Dormir não é bom só para recuperar as energias. Também é o momento em que consolidamos nossas memórias.
É o que sugere um novo estudo realizado por cientistas das universidades McGill (Canadá) e de Berna (Suíça).
Primeiro eles instalaram um implante que permite, usando pulsos de luz, ativar ou desativar partes do cérebro de ratos de laboratório.
Depois, mostraram um objeto para os ratinhos e deixaram que eles dormissem.
Quando os ratos alcançaram o estágio mais profundo do sono (a fase REM, sigla em inglês para "movimento rápido dos olhos", momento em que os ratos -e os seres humanos- sonham), os cientistas desligaram alguns neurônios dos bichinhos.
Desativaram o hipocampo, região do cérebro que controla a formação de memórias. Em tese, isso não deveria ter efeito nenhum. Afinal, os ratos estavam "só" dormindo, certo?
No dia seguinte, os pesquisadores mostraram o objeto novamente aos ratos. E o resultado foi surpreendente: os bichinhos passaram muito tempo cheirando o objeto, como se nunca o tivessem visto. Ou seja, eles não construíram uma memória do objeto.
Os cientistas também desligaram o hipocampo dos ratinhos enquanto eles estavam acordados, ou em outras fases do sono, sem obter o mesmo efeito. Isso mostra que é mesmo a fase REM a responsável pela consolidação das memórias.
Os pesquisadores ainda não sabem como ou por que isso acontece, mas a descoberta fortalece a teoria de que os sonhos, e as situações bizarras que eles frequentemente trazem, são um efeito colateral dos processos de manutenção executados pelo cérebro durante a noite - entre os quais pode estar a consolidação das memórias mais relevantes e o apagamento das demais.
Um noite bem dormida é fundamental. Inclusive para guardar o que você vive durante o dia.

terça-feira, 21 de junho de 2016

PROCESSO SELETIVO RAP DA SAÚDE 2016 – INSCRIÇÕES ABERTAS

Atenção galera, se você tem de 14 a 24 anos, mora na Cidade do Rio de Janeiro e se interessa por temas como saúde, educação, cultura, lazer e direitos humanos; essa é a sua oportunidade. Estão abertas as inscrições para o processo seletivo do Curso de Formação de Jovens Promotores de Saúde – RAP da Saúde 2016. Aqueles que forem aprovados e selecionados passam a fazer parte da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde.
O jovem que integra o projeto RAP da Saúde é o elemento central da prática educativa, que participa de todas as fases dessa prática, desde a elaboração, execução até a avaliação das ações de Promoção da Saúde propostas. A idéia é que o projeto possa estimular a participação social dos jovens, contribuindo não apenas com o desenvolvimento pessoal dos adolescentes e jovens, mas com o desenvolvimento das comunidades em que os mesmos estão inseridos. Dessa forma, ser um adolescente ou jovem promotor de saúde é contribuir para que as pessoas sejam mais autônomas e comprometidas socialmente, com valores de solidariedade, respeito, saúde mais incorporados, o que contribui para uma proposta de transformação social.
Não perca tempo, inscreva-se hoje mesmo e seja um adolescente/jovem promotor de saúde da Cidade do Rio de Janeiro  e contribua para a qualidade de vida da população da sua área. 

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Secretaria Municipal de Saúde promove debate sobre HIV-AIDS

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) promove nesta quarta-feira, dia 22, das 13h30 às 17h, a 11ª sessão de 2016 do Ciclo de Debates da Subsecretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde (SUBPAV), com o tema: “Nos tempos de HIV/Aids #TesteeTrate.” A programação conta com debates sobre diversas questões relacionadas ao tema, palestras e lançamento do Guia Rápido de Infecção pelo HIV/Aids. 

O objetivo do encontro é apresentar as diretrizes e estratégias para o enfrentamento da infecção pelo HIV, destacar os avanços e desafios na linha de cuidado, tendo como foco a coordenação do cuidado pela Atenção Primária em Saúde (APS), discutir as possibilidades de abordagem das populações vulneráveis para prevenção e cuidado às pessoas que vivem com HIV/Aids, apresentar o Guia Rápido de Infecção pelo HIV/ Aids como ferramenta do cuidado na APS, além de fortalecer o uso da Profilaxia Pós-Exposição (PEP) enquanto estratégia de prevenção e sua importância durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos 2016. 

Com o evento, os organizadores esperam promover a qualificação dos profissionais da Atenção Primária em Saúde para prevenção, diagnóstico e tratamento do HIV, para uma abordagem mais ampla no acompanhamento integral dos pacientes e o fortalecimento do cuidado compartilhado pelos profissionais de saúde no enfrentamento da infecção. 

O Ciclo de Debate da SUBPAV é voltado para profissionais da rede municipal de saúde e é aberta para todos que queiram participar. O encontro será realizado no Auditório da Associação Brasileira de Odontologia (ABO-RJ), na Rua Barão de Sertório, 75, Rio Comprido.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Metade das mortes por câncer poderia ser evitada com vida saudável

Estudo mostra que maus hábitos são mais perigosos que poluição

Até 40% dos casos de câncer, e metade das mortes causadas pela doença, são resultados de maus hábitos que as pessoas podem mudar, e não problemas genéticos ou contaminação química, revela um novo estudo da Escola de Medicina de Harvard, nos EUA, publicado nesta quinta-feira na revista especializada JAMA Oncology.

A equipe calculou que entre 20% e 40% dos casos totais e metade das mortes poderia ser evita se as pessoas adotassem um estilo de vida mais saudável, sem fumar, bebendo moderadamente, cuidando do próprio peso e fazendo ao menos meia hora de exercícios todos os dias.

O estudo se baseou em dados de 140 mil profissionais de saúde, que foram acompanhados no longo prazo. Eles foram separados em dois grupos: os que tinham vida saudável e os que não tinham.


O padrão para "vida saudável" foi estabelecido em outros estudos. Incluiu não fumar, beber até dois drinques por dia (1 para mulheres), manter um peso entre um índice de massa corporal 18,5 (bastante magro) e um levemente acima do peso 27,5, e ter uma hora de exercício forte ou 2h30 de exercício moderado na semana.

Beber muito aumenta risco de câncer de cólon, mama, fígado, na cabeça e no pescoço. Obesidade aumenta os riscos para o esôfago, o cólon e o pâncreas. Fumar causa entre 80 e 90% das mortes por câncer de pulmão.

Dos 140 mil, só 28 mil (20%) entraram na categoria "Vida saudável", e as diferenças eram claras nos resultados. Nas mulheres não-saudáveis, a taxa de câncer era de 618 casos para cada 100 mil pessoas. Nas saudáveis, são 463, uma redução de quase um terço. Entre os homens, são 425 casos para os não saudáveis, e 283 para os que mantém bons hábitos.
Usuários da Academia Carioca fazendo alongamento

"A maioria dos casos de câncer poderiam ser evitados com uma boa prevenção e uma vida saudável", dizem os doutores Graham Colditz e Siobhan Sutcliffe, em um comentário avaliando o trabalho.

"As seguradoras e os médicos deveriam incentivar os pacientes a serem mais ativos, usarem menos celulares e computadores, comerem mais vegetais, controlarem o peso e se vacinarem. A comunidade também deve ajudar em termos macros, apoiando feiras de rua, lugares baratos para exercícios e prédios que incentivem a movimentação", dizem eles.

Infográfico

05 Equipes de Saúde da Família
em nossa unidade.
1,293,607 Metros Quadrados
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12.265 Usuários
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Como eu Faço

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Visita domiciliar, acolhimento e atividades de grupo
Vai Acontecer
Grupos e ações promovidos pela unidade que irão acontecer.
Conheça esta história
História contada por um ACS
Saúde nas Escolas
Integração com as escolas e creches locais.
Protagonismo Juvenil
Grupo de adolescentes que apóiam as ações de promoção da saúde existentes na unidade.
Integração
Saúde da Família e Vigilância em Saúde.
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Academia Carioca
Processo de trabalho e os principais resultados obtidos pelos educadores físicos.

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